É muito fácil falarmos de uma pessoa, determinar as qualidades boas, e também as ruins.
Na verdade somos muito bons em fazer isso, determinamos que não mais conviveremos com determinada pessoa porque ela é falsa, mentirosa, sarcástica e tantos outros adjetivos que encontramos para não conviver uns com os outros.
É claro que existem pessoas tóxicas, que prejudicam aqueles que estão perto, e não sinalizam a menor vontade de mudar o carácter, quanto a estas, meu conselho é: se afaste.
Mas neste post quero me referir a pessoas comuns, que erram, como ser humano, e que temos a liberdade de lhe apontar o erro, e termos a chance de conviver todos bem, dentro do círculo da verdade e do perdão.
Entretanto, cuidado com o dedo que você aponta, pois pode ser que você esteja falando de si mesmo.
Romanos 1Portanto, és indesculpável, ó homem, sejas quem for, quando julgas, porque a ti mesmo te condenas em tudo aquilo que julgas no teu semelhante; pois tu, que julgas, praticas exatamente as mesmas atitudes. - BJK
Nesse capítulo vemos o princípio básico do julgamento que Deus submete a todo ser humano em todos os tempos ¨conforme a verdade, ¨de acordo com as atitudes individuais, ¨segundo a compreensão de cada indivíduo sobre o que é certo e o que é errado.
- Esse é um ensinamento contra a crítica fácil, o mesmo apresentado por Jesus em Mateus 7:1.
Apontar o dedo, ou falar dos defeitos os outros de forma crítica, é entendido como julgamento.
Todos nós temos defeitos dignos de julgamento, portanto, precisamos olhar para nós mesmos e, averiguar onde estamos em discordância com a palavra, e fazer uma autocorreção. E dessa forma viver um evangelho simples, que deixa as condenações e justiça sob a responsabilidade de Deus, e pregar o evangelho aos outros através de nossos atos, e não de nossas palavras.
Existe uma frase que gosto bastante: "Suas atitudes falam tão alto que eu não consigo ouvir o que você diz." Ralph Waldo Emerson
É muito fácil falar, mas a integridade demonstramos no agir.


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